Sexto sentido? 👁️
É assim que chama?
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Sexto sentido, intuição, terceiro olho, fé, algo assim. Meio espiritual, meio sobrenatural. Algo que poderia explicar o inexplicável, mas que nunca apresenta provas científicas. Algo que faz todo o sentido quando penso em algumas pessoas na minha vida.
A sensação de que conheço aquela pessoa tão bem que posso adivinhar seus pensamentos ou terminar suas frases. E sei que do lado dela também existe essa mesma compreensão profunda.
A paz de sentir-me tão amada e querida por aqueles próximos de mim.
A paz de dormir e encontrar-me com outros seres amados em meus sonhos.
Quando gosto de alguém assim que a conheço, uma conexão automática que não é lógica, mas que se sente perfeitamente natural.
Como se chama isso? Esse “no sé que” que me guia pelos caminhos tortuosos da vida e que sempre me levou às pessoas que precisava conhecer. Uma espécie de ímã invisível ou talvez seja aquilo que chamam de karma ou destino. O texto sobre a minha vida que está escrito nas estrelas.
Sabe aquela sensação de que somos parte de algo maior que nós mesmos?
De que as coisas que acontecem e os vínculos que criamos não podem ser simplesmente coincidência?
De que tem que haver algo mais, seja nesse plano ou em algum outro, uma energia poderosa e intrínseca, mas que não conseguimos enxergar?
Às vezes começo a pensar essas coisas e balanço a cabela, pra tentar me desembaraçar do pensamento. Que mané sexto sentido! Cadê a prova de que algo assim existe? Quero o artigo científico, a reportagem no Fantástico! Nada disso pode ser real. Se não posso ver, não posso crer.
Mas lá no fundo algo dentro de mim sussurra que estou equivocada. Algo que insiste em acreditar, mesmo sem provas sólidas ou argumentos lógicos. Algo que pensa que não é preciso explicar tudo nessa vida, que algumas coisas a gente só necessita sentir.
No que você acredita?
Mais leituras que abraçam:
👫 Espiral #110: Um brinde à amizade (de Lalai Persson)
Quando encontro a maioria desses antigos amigos, os encontros são animados e cheios de conversas. A diferença é que sabemos que não recorreremos ao outro se precisarmos. Não há cobrança, apenas saudades de um tempo que não volta. Mas afinal, de quantas relações íntimas nós damos conta? Dizem que são cinco.
💎 Coisas
Nunca fui de ter coisas só por ter. Gosto das coisas que nos transmitem alegria no presente ou nostalgia do passado. Gosto de olhar pra algo e me sentir feliz por ter isso ao alcance da mão. Nem mais, nem menos.
🔦 Iluminar (de Mateus Habib)
Tem gente que ilumina. Não sei se é mapa astral, jeito de corpo ou coisa espiritual. Aquela pessoa que sente e faz sentir diferente. Aquela que chega e tudo que fala reluz. E aquela que nem fala, mas só de existir, ilumina. Uma das coisas mais gostosas de escrever é chegar em alguém. Num dia certo, as palavras certas na pessoa certa fazem faísca e iluminam. Mancham, no sentido bom do manchar, qualquer dia de verde, laranja, amarelo ou azul.
Setembro foi sobre:
🍻 Maratonar “House of Guinness” na Netflix. Pra quem gosta daquela intriga familiar a la Succession + novelas históricas, é excelente! E se você curte a cerveja então, melhor ainda.
🖋️ A Bia Assad do Leitura Mista escreveu uma resenha sobre “Mulheres que não eram somente vítimas” e me emocionou de um tanto…
📚 Aproveitar a programação da Feira do Livro que acontece todos os anos em Montevidéu. Fui a uma entrevista com a maravilhosa Isabel Allende e fiz aquelas comprinhas gostosas. Pela primeira vez, os livros infantis foram maioria na minha sacolinha hehe!
👶 Falando sobre crianças e livros, compramos uma biblioteca pro Caetano. Nosso baby ainda não tem berço, mas já tem biblioteca! Prioridades 😂
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Que delícia de texto. E foi um prazer me ver por aqui. Obrigada por compartilhar. ♥️
Miguel tbm já tem um biblioteca parecida ❤️